sexta-feira, junho 18, 2010
quarta-feira, junho 16, 2010
Exílio
Cantarolando dores alheias
que invadem os poros
na canção do caminho ,
as dores dos outros
na minha dor refresca
nos olhos escarlates ou na prata alucinada da manhã
o acorde de uma unica corda do coração
berimbolando brazucalidez nos Alpes
sem o doce sabor do vento no
mais amargo relento da hora
sem hora de chocolate caliente
só malemolencia insoneira
inzoneira insolencia
banzonzeira
colchão de urtigas.
Wilson Roberto Nogueira
que invadem os poros
na canção do caminho ,
as dores dos outros
na minha dor refresca
nos olhos escarlates ou na prata alucinada da manhã
o acorde de uma unica corda do coração
berimbolando brazucalidez nos Alpes
sem o doce sabor do vento no
mais amargo relento da hora
sem hora de chocolate caliente
só malemolencia insoneira
inzoneira insolencia
banzonzeira
colchão de urtigas.
Wilson Roberto Nogueira
terça-feira, junho 15, 2010
sábado, junho 05, 2010
Sou cinza soprado pelo vento,
Nas ruas etéreas da web esbarro nas sombras
e não diferencio o sol da noite só o sabor do silêncio.
As cinzas sonham jogo de luzes multicores.
Jamais serão atores do teatro da vida,
pois são só cinzas de um amanhã que não aconteceu.
Um beijo do mau humorado anoitecer.
Wilson Roberto Nogueira
Nas ruas etéreas da web esbarro nas sombras
e não diferencio o sol da noite só o sabor do silêncio.
As cinzas sonham jogo de luzes multicores.
Jamais serão atores do teatro da vida,
pois são só cinzas de um amanhã que não aconteceu.
Um beijo do mau humorado anoitecer.
Wilson Roberto Nogueira
terça-feira, junho 01, 2010
domingo, maio 30, 2010
quarta-feira, maio 12, 2010
quarta-feira, maio 05, 2010
Uma porta entreaberta levando a lugar nenhum
sorriso de porta opaca cobrindo pedras soltas
transportando vagos ventos de brisas mornas.
Não revela nem verbo nem luz de vela
velando o sono angustiado do silêncio
de um sorriso seu.
Uma porta entreaberta levando a lugar nenhum.
Estático diante do seu sorriso
Mármore e cinzas num adeus.
Wilson Roberto Nogueira.
sorriso de porta opaca cobrindo pedras soltas
transportando vagos ventos de brisas mornas.
Não revela nem verbo nem luz de vela
velando o sono angustiado do silêncio
de um sorriso seu.
Uma porta entreaberta levando a lugar nenhum.
Estático diante do seu sorriso
Mármore e cinzas num adeus.
Wilson Roberto Nogueira.
segunda-feira, maio 03, 2010
domingo, maio 02, 2010
quarta-feira, abril 21, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
O riso solto saltava de um coração preso
e caia,levantava e fugia cego rumo ao abismo,
ao desespero, à loucura.O riso era um rio
onde o coração-ancora afogado se nutria.
O riso enganava a tristeza que procurava
ceifà-lo nio escuro da luz.
Por isso o riso não dormia na escuridão
na escuridão , olhava-se para dentro
e matava-lhe o coração.
O riso era a máscara da alma rasgada em prantos,
despedaçada chorando fogo no suor do riso.
Rir , viver desafiando a morte
provando a sorte vertendo vida na aparência solar do riso
sombra de raios rasgando o sosto no canto dos olhos cegos de tanto olhar.
Wilson Roberto Nogueira
e caia,levantava e fugia cego rumo ao abismo,
ao desespero, à loucura.O riso era um rio
onde o coração-ancora afogado se nutria.
O riso enganava a tristeza que procurava
ceifà-lo nio escuro da luz.
Por isso o riso não dormia na escuridão
na escuridão , olhava-se para dentro
e matava-lhe o coração.
O riso era a máscara da alma rasgada em prantos,
despedaçada chorando fogo no suor do riso.
Rir , viver desafiando a morte
provando a sorte vertendo vida na aparência solar do riso
sombra de raios rasgando o sosto no canto dos olhos cegos de tanto olhar.
Wilson Roberto Nogueira
domingo, abril 04, 2010
Galho seco
Quanto mais Zé a desnudava com o olhar
mais ela o vestia
e lhe mandava pra sacrestia,
o lar ô Lar.Orar, orar
no recondito banheiro.
Cinzas no cinzeiro.
Wilson Roberto Nogueira
mais ela o vestia
e lhe mandava pra sacrestia,
o lar ô Lar.Orar, orar
no recondito banheiro.
Cinzas no cinzeiro.
Wilson Roberto Nogueira
sábado, abril 03, 2010
sexta-feira, abril 02, 2010
quinta-feira, abril 01, 2010
A Margem da Poesia
Rilke estava enganado;
um poeta é um poeta
e vive sem fazer versos.
Por outras razões se morre
e as forças de viver
são mais cegas, são mais ágeis
que a direção de morrer.
Maiakovski se matou
podendo fazer poesia
e pagando seus impostos.
Como?Onde?Para quem ?
Aqui,ali,pouco importa
em tudo a mentira sobra;
morreu na boca de um poema
o pulso farto de versos.
Lupe Cotrim
um poeta é um poeta
e vive sem fazer versos.
Por outras razões se morre
e as forças de viver
são mais cegas, são mais ágeis
que a direção de morrer.
Maiakovski se matou
podendo fazer poesia
e pagando seus impostos.
Como?Onde?Para quem ?
Aqui,ali,pouco importa
em tudo a mentira sobra;
morreu na boca de um poema
o pulso farto de versos.
Lupe Cotrim
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