quarta-feira, janeiro 23, 2013
sábado, janeiro 19, 2013
procurando
viver para além dessa bolha morna em que se meteu
e uma vez a rompendo saia a
procurar algum sabor na urina dessa vida.
Dará uma bukowskada no Bataclã atrás do cheirinho .
O xênte.
Pensa que perdeu a infância da alma ,ela não pula mais carniça passou a
comê-las.
Mas essa.Essa preguiça de sair dessa nuvem pesada de escrever a vida com lápis quebrado.
Os anos passam como lençóis
sujos onde a alma se recusa a levantar.Mortalha
fora revelado que : o que sentimos onde a morte apressa a vida.
As nuvens evaporam
e descarregam garoa que refresca as formigas.
Continua sendo a formiga na miragem de um
oásis
seco.
Wilson Roberto Nogueira
sexta-feira, janeiro 18, 2013
A sociedade brasileira em seu atual momento é um caleidoscópio de vícios passados e virtudes enrustidas . Agora ,só depois do carnaval, a festa da carne e da transgressão damattiando antropologias para explicar o que é mais cru ;ocultando nuances de brasilianices ;nada tenho a dizer .Só na medida do patrimônio e do país nascido mercadoria e sonho ainda pisa meio trôpego mas com velocidade ao futuro rumo às luzes .
Wilson Roberto Nogueira
quinta-feira, janeiro 17, 2013
terça-feira, janeiro 15, 2013
Ela morreu dentro da palavra
amor
amordaçada procurava ar no amar
palavra
lavorava e não colhia só amava
morava na morada de seu amor
morria com um sorriso
sofria
amor não é só uma palavra
não é um fantasma numa cama fria
lavra a dor plantando amor na fumaça
amanhã despertou em cinzas as pétalas
daquela flor .
ela morreu antes ela do que eu.
Wilson Roberto Nogueira.
amor
amordaçada procurava ar no amar
palavra
lavorava e não colhia só amava
morava na morada de seu amor
morria com um sorriso
sofria
amor não é só uma palavra
não é um fantasma numa cama fria
lavra a dor plantando amor na fumaça
amanhã despertou em cinzas as pétalas
daquela flor .
ela morreu antes ela do que eu.
Wilson Roberto Nogueira.
Luz e Sombra
Calçadas de granito no Batel pavimentando a pequena Paris ; Luzes do capital na capital das Araucárias.
Entre a sofisticação e a boemia elegante todos os equipamentos da urbe cidadã.O alcaide que não tinha pés para pisar no lodo e no lixo do Uberaba porque não enxergara o que não via, cego com as luzes do ouro de tolos do Batel e do Champagnat.Mentia àqueles curitibanos a beira do abismo social os moradores do desengano.Escolhido pela derrota ,que não ceifou sua arrogancia ,manteve a máscara de clown tragicomico cujos poderes :a máquina do estado e os institutos de pesquisa como muros das mansões ou palácios não foram mais altos do que as trombetas silenciosas dos deserdados ,convencendo até as nuvens mornas da chamada classe média, da burguesia bem intencionada a dominar os ventos das transformações para uma bem azeitada modernização conservadora.A cidade dos curitibanos visitada no seu novo ano novo pelo arco-íris no fim do qual ,uma arca com as dividas deixadas pelo defenestrado alcaide que operava as contas da cidade aquele que foi batido pelo sobrenome que não aparecera nas pesquisas( entrevistaram todos os moradores do Batel e do Champagnat ?)eleito pelo povo e afastando o ratinho da hora.Qual o sobrenome das familias levantinas , tradicionais moradas da politica paranaense dará a Curitiba e ao Paraná tempos melhores sem o espetáculo das engenharias das imagens no oco das construções sociais, basta de sem-casa, sem segurança , sem educação, sem saúde só com terra para deitar. Uma Curitiba sem espoliações .
Só o sono sob o cedro do Libâno comendo Tâmaras vendo virgens dançarem !
Sonhos....
Wilson Roberto Nogueira
Entre a sofisticação e a boemia elegante todos os equipamentos da urbe cidadã.O alcaide que não tinha pés para pisar no lodo e no lixo do Uberaba porque não enxergara o que não via, cego com as luzes do ouro de tolos do Batel e do Champagnat.Mentia àqueles curitibanos a beira do abismo social os moradores do desengano.Escolhido pela derrota ,que não ceifou sua arrogancia ,manteve a máscara de clown tragicomico cujos poderes :a máquina do estado e os institutos de pesquisa como muros das mansões ou palácios não foram mais altos do que as trombetas silenciosas dos deserdados ,convencendo até as nuvens mornas da chamada classe média, da burguesia bem intencionada a dominar os ventos das transformações para uma bem azeitada modernização conservadora.A cidade dos curitibanos visitada no seu novo ano novo pelo arco-íris no fim do qual ,uma arca com as dividas deixadas pelo defenestrado alcaide que operava as contas da cidade aquele que foi batido pelo sobrenome que não aparecera nas pesquisas( entrevistaram todos os moradores do Batel e do Champagnat ?)eleito pelo povo e afastando o ratinho da hora.Qual o sobrenome das familias levantinas , tradicionais moradas da politica paranaense dará a Curitiba e ao Paraná tempos melhores sem o espetáculo das engenharias das imagens no oco das construções sociais, basta de sem-casa, sem segurança , sem educação, sem saúde só com terra para deitar. Uma Curitiba sem espoliações .
Só o sono sob o cedro do Libâno comendo Tâmaras vendo virgens dançarem !
Sonhos....
Wilson Roberto Nogueira
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Os médicos e cientistas estão empenhados em prolongar a vida do Homem.Na África isso soaria como uma nova modalidade de tortura.
Caso não forem dadas as condições e os subsidios necessários para o pleno desenvolvimento social e se a a oferta de alimentos estiver ainda condicionada a sede de lucros das transnacionais .
Wilson Roberto Nogueira
Caso não forem dadas as condições e os subsidios necessários para o pleno desenvolvimento social e se a a oferta de alimentos estiver ainda condicionada a sede de lucros das transnacionais .
Wilson Roberto Nogueira
Uma camera na mão e uma mentira no olhar
sonhos sorvidos de ilusões do ontem miram
arma que rouba a alma da imagem real solar
só um olhar sidério de certezas que sumiram
vergastam a verdade naîf do sorriso da foto
a foto não fala ao fato que revela a lente
ela mente no lado negro lunar da ideologia
nas apologias e nos silêncios solitários das pálpebras
vazias.
Wilson Roberto Nogueira
sonhos sorvidos de ilusões do ontem miram
arma que rouba a alma da imagem real solar
só um olhar sidério de certezas que sumiram
vergastam a verdade naîf do sorriso da foto
a foto não fala ao fato que revela a lente
ela mente no lado negro lunar da ideologia
nas apologias e nos silêncios solitários das pálpebras
vazias.
Wilson Roberto Nogueira
segunda-feira, dezembro 31, 2012
Um trecho mais , mais um quarteirão.Amanhece a manhã
mais uma manhã e mais um trecho a caminhar
o caminho começa no caminhar
único som que ouço é o som das entranhas parindo a fome
de mais um dia a caminhar
vida dobrando a esquina sem o sol para acompanhar
só mais uma manhã
não a tenho me foi arrancada a faca estou a sangrar
e que doce é a dor a sangrar ainda estou vivo a pensar
adormece a manhã
dormir, sonhar
muito ainda a cam....ar ar
ar....................
Wilson Roberto Nogueira
mais uma manhã e mais um trecho a caminhar
o caminho começa no caminhar
único som que ouço é o som das entranhas parindo a fome
de mais um dia a caminhar
vida dobrando a esquina sem o sol para acompanhar
só mais uma manhã
não a tenho me foi arrancada a faca estou a sangrar
e que doce é a dor a sangrar ainda estou vivo a pensar
adormece a manhã
dormir, sonhar
muito ainda a cam....ar ar
ar....................
Wilson Roberto Nogueira
Sim e a tristeza não é bala toffle que gruda no dente da alma
As vezes a alma dá uma dentada de solidão , tira até um pouquinho de sangue , mas passa .cicatriza embora a dor fique, teimosa que é . O ano será sim melhor te verá mais forte , resiliente e os dias te serão leves e até te acarinharão. a gatinha morreu . tem reparação sim. E as gatas quando são lindas elas são.Saiba que ela não te assombrará com uma de suas sete vidas e sim estará perto de ti . Deixe um pires de leite na janela.que ela virá mesmo na pele de outra gata . lágrimas são o suor da alma , chore ,te fará bem mas ela , sua gata ficará melhor se lembrar dela nos momentos que as duas compartilharam e não da última foto dolorosa em sua retina.
Wilson Roberto Nogueira
Assinar:
Postagens (Atom)