segunda-feira, novembro 01, 2010

Eu cá comigo penso se sou o que penso


só leio nas letras vagabundas da rotina

a tediosa vampira sugando a última seiva

da velha árvore estéril que sonha frutos doces

de juventude. É tudo o que faz entre as brumas das eras

a droga do mormaço embasando a vista dos olhos emprestados

dos pássaros, aninhados nos buracos da memória.

Eles tem asas para voar. Ops, um ovo caiu !



Wilson Roberto Nogueira



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