segunda-feira, dezembro 01, 2008

Bom, a serpe também sorri, rio de lâmina, navalha lambida. Sorri a serpente demente, tateando com a pele num lânguido apêlo. Dor, Sorri rumorejando a tatear com a pele lustrosa e lisa, gelada de sentimento, lamento lancinante. Oh olhar ausente,sinuosa e sensual serpente,serpente de suposto veneno.
Wilson Roberto Nogueira

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