segunda-feira, outubro 25, 2010

A mulher no chão do terminal de ônibus;caidinha pelo sol! Ninguém despende olhar sequer.O desvelo do desfalecimento.(terá morrido?!babam curiosos enquanto cães fazem a siesta)Um carinho a impotência.Ninguém se mostra fraco diante do "arroz-de-festa" a morte.Ela bate a porta do coração e sorteia na veia da mão o destino ubíquo.Riem os manetas já paguei uma parcela !




Wilson Roberto Nogueira

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